quinta-feira, 14 de outubro de 2010


Ela caminhava ao por do sol, fitando o céu em tons alaranjados, mas não prestava atenção. O que a atraia eram as diversas perguntas que pairavam no ar, dançando sob sua cabeça. E a maioria continha um “por que?”. “Por que é tão difícil tomar certas decisões? Por que parece impossível amar e ser correspondido? Por que preciso sofrer tanto até conseguir, enfim, ser feliz? Por que não consigo corresponder quem sente algo por mim? Por quanto tempo mais terei que esperar até encontrar alguém que goste de mim? Quanto tempo até ser feliz?” Mas o que ela não sabia era que não cabia a ela encontrar essas respostas, mas sim ao tempo revela-las... [Anne Silva]

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